Poliuréia

A tecnologia de revestimentos e impermeabilização em sistemas de poliuréia é o que há de mais moderno no setor, e no Brasil vem ganhando atenção e credibilidade em ritmo acelerado nos últimos anos. Inicialmente desenvolvida para o setor automobilístico, hoje os sistemas de poliuréia são fornecidos em uma variedade de formulações diferentes para aplicações diferentes.

 

Construção civil, engenharia naval,  indústria de energia e mineração, pavimentação de estradas, revestimento de silos graneleiros. Estes são apenas alguns exemplos de aplicação desta versátil tecnologia. Os sistemas já são bem estabelecidos nos E.U.A, Europa e Ásia, onde suas propriedades e vantagens já são bem conhecidas e existe um histórico extenso da utilização do material, com uma taxa de sucesso bem elevada quando comparada aos sistemas tradicionais.

 

A eficiência e durabilidade do sistema garantem o retorno do investimento, uma vez que reduzem em muito as interferências decorrentes da necessidade de manutenção do sistema. Por possuir uma resistência muito elevada, a membrana impermeabilizante pode agir como camada final de acabamento, DISPENSANDO QUALQUER PROTEÇÃO MECÂNICA. Qualquer interferência, alteração ou correção são feitas sem complicações com contra-pisos pois o sistema fica exposto. Além disso, o material fica 100% aderido ao substrato impedindo a percolação da água por baixo do sistema, facilitando eventuais diagnósticos e reduzindo as áreas de reparo. O sistema de aplicação gera uma membra contínua, sem emendas,o que também reduz drasticamente o potencial de vazamentos.

 

Aspectos técnicos

 

São revestimentos anticorrosivo, 100% sólidos, à base de poliuréia pura ou de poliuréia/poliuretano (sistema híbridos). São, por definição, bi-componentes, e exigem um equipamento especializado para a aplicação. Bombas pneumáticas alimentam um dosador, que por sua vez dosa, comprime e aquece os componentes, enviando-os para a pistola de aplicação por mangueiras aquecidas paralelas. A mistura de seus dois componentes, isocianato e amina, é feita no momento em que estes saem da pistola de aplicação. A partir deste momento os componentes passam a reagir, se solidificando em poucos segundos.

O tempo de gel do produto varia entre apenas 3 e 45 segundos, estando a superfície liberada para tráfego leve logo após este período. A cura total geralmente ocorre em 24 horas. Após este período o sistema alcança seu maior nível de resistência e passa a comportar tráfego intenso e pesado (dependendo da espessura da camada/número de demãos aplicadas).

 

A preparação da superfície que receberá a membrana não difere muito dos sistemas tradicionais. É preciso jatear ou lixar a superfície a fim de se expor maior rugosidade e/ou porosidade do substrato para garantir a aderência do sistema. É recomendada a imprimação do substrato com primers à base de epóxi. Este cuidado garante a aderência do sistema além de selar a umidade dentro do concreto, impedindo que sua vaporização crie bolhas e falhas na membrana durante a sua aplicação, que é feita a quente.

 

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