Sistema para reservatórios d’água

Sistemas para reservatórios d’água podem utilizar as seguintes tecnologias:
 

Manta Asfáltica aderida a maçarico

 

1. Retirada do sistema deteriorado existente

Nesta fase a o revestimento, proteções mecânicas e impermeabilizações deterioradas serão retiradas, assim como outros elementos que venham a interferir e prejudicar a eficiência da estanqueidade do sistema impermeabilizante.

 

2. Preparação de superfícies

Aqui serão corrigidos os caimentos para o sistema de captação de águas pluviais com arestas côncavas e convexas arredondadas, acabamento desempenado,  preparando as lajes para receber a impermeabilização.
Os Rodapés serão preparados na altura de 0,30m, onde será criada uma fístula para perfeito arremate da manta impermeabilizante.
A regularização deve se estender até o topo das vigas perimetrais, se houver, onde a impermeabilização deve arrematar.

 

3. Imprimação

Aplicação de solução asfáltica à base de asfalto oxidado diluído em solventes. E utilizado como camada de ligação entre o substrato e as mantas asfálticas. Aplicado a frio, tem grande penetração em argamassa e concreto.

 

4. Impermeabilização

Aplicação de manta à base de asfaltos modificados com elastômeros de excelente estabilidade físico-química, constituída de uma estrutura de um não tecido de filamentos contínuos de poliéster agulhado, estabilizado com resina termofixa.
As mantas asfálticas utilizadas pela Impermitte Clematis estão de acordo com a normas NBR 9952/98, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Em áreas de trânsito pesado ou de alto risco é utilizado o sistema de Manta Dupla.
Em áreas com cobertura de terra e vegetação é utilizada manta antiraiz, que possui em sua composição herbicida inibidor ao ataque de raízes.

 

5. Teste de lâmina d’água

Execução de teste hidrostático de estanqueidade nas lajes, mediante tapamento parcial dos ralos e acumulação forçada de água por 72h conforme a norma NBR-9574/1986 da ABNT.

 

6. Camada Separadora

Fornecimento de camada separadora composta de Filme de Polietileno ou papel Kraft betumado duplo preparando a área para receber o piso de acabamento.
Esta camada tem a finalidade de assimilar o trabalho mecânico ocasionado pela variação térmica sobre o piso de acabamento sem transmiti-lo à impermeabilização, resguardando-a do envelhecimento precoce e fadiga causados pela dilatação e retração dos materiais.

 

7. Proteções e Isolamentos

Nesta fase da obra serão executadas as proteções contra ferimentos mecânicos, isolamento térmico e acústico, quando houver.

 

8. Revestimento final

Na última etapa dos trabalhos será executado o revestimento final em piso cerâmico ou pedra.

 

9. Limpeza Final

Limpeza final de toda a área de trabalho.

Manta asfáltica aderida com asfalto à quente

Aplicação de asfalto modificado com alta plasticidade, obtido à partir do Cimento Asfáltico de Petróleo, aplicado à quente para colagem de mantas pré-fabricadas. Este complemento garante a estanqueidade do sistema e prolonga sua vida útil.

Manta Dupla

Aplicação de dupla camada de mantas asfálticas. A primeira camada, ou camada de sacrifício, é constituída por manta à base de asfaltos modificados com elastômeros de 3mm de espessura. Sua função é absorver os movimentos estruturais e térmicos da laje e não os repassar para a camada superior, esta constituída por manta similar de 4mm de espessura. Este sistema aumenta a vida útil da impermeabilização e reduz drasticamente a nescessidade de correções e intervenções após a conclusão da mesma.

O sistema de manta dupla pode ser complementado com a aplicação de asfalto a quente

Poliuréia

 

 

1. Retirada do sistema deteriorado existente

Nesta fase a o revestimento, proteções mecânicas e impermeabilizações deterioradas serão retiradas, assim como outros elementos que venham a interferir e prejudicar a eficiência da estanqueidade do sistema impermeabilizante.

 

2. Preparação de superfícies

Aqui serão corrigidos os caimentos para o sistema de captação de águas pluviais com arestas côncavas e convexas arredondadas. Concreto e pisos lisos devem receber um tratamento de jateamento a fim de se obter uma superfície homogênea e rugosa, ideal para a aderência do sistema.

Os Rodapés serão preparados na altura de 0,30m, onde será criada uma fístula para perfeito arremate da membrana impermeabilizante.

A regularização deve se estender até o topo das vigas perimetrais, se houver, onde a impermeabilização deve arrematar.

 

3. Imprimação

Aplicação de primer à base de epóxi. É utilizado como camada de ligação entre o substrato e a membrana de poliuréia, otimizando a aderência do sistema através de sua maior permeação no substrato poroso. Além disso, o primer tem a função de selar o substrato a fim de impedir que vapor proveniente de eventual humidade na laje crie bolhas e micro furos nos sistema durante a aplicação da poliuréia aquecida. O primer exige um tempo de cura ideal de 2 horas antes da aplicação do sistema impermeabilizante.

 

4. Impermeabilização

A poliuréia é um sistema bi componente, com um tempo de gel que varia entre 3 e 30 segundos. Por isso a mistura de seus dois componentes, isocianato e amina, só é feita no momento em que estes saem da pistola de aplicação. Bombas pneumáticas alimentam um dosador, que por sua vez comprimem e aquecem os componentes, enviando-os para a pistola de aplicação airless por mangueiras aquecidas paralelas.

O spray da membrana é feito em pequenas áreas por vez, com sobreposição ortogonal, e média de 2mm de espessura. O tempo entre a aplicação de uma camada e a seguinte é, idealmente, de 10 segundos. A quantidade de camadas e espessura final do sistema varia de acordo com a resistência desejada , tráfego e utilização planejados para o local.

 

5. Teste de lâmina d’água

Execução de teste hidrostático de estanqueidade nas lajes, mediante tapamento parcial dos ralos e acumulação forçada de água por 72h conforme a norma NBR-9574/1986 da ABNT.

 

O sistema de poliuréia dispensa proteção mecânica ou piso de acabamento.

Caso seja desejado isolamento térmico/acústico e piso de acabamento, as próximas deverão ser previstas.

 

6. Camada Separadora

Caso um contra piso seja desejado, nesta fase é feito o fornecimento de camada separadora composta de Filme de Polietileno ou papel Kraft betumado duplo, preparando a área para receber o piso de acabamento.

Esta camada tem a finalidade de assimilar o trabalho mecânico ocasionado pela variação térmica sobre o piso de acabamento sem transmiti-lo à impermeabilização, resguardando-a do envelhecimento precoce e fadiga causados pela dilatação e retração dos materiais.

 

7. Isolamentos

Nesta fase da obra serão executados isolamentos térmico e acústico, quando houver.

8. Proteção mecânica

Proteção mecânica em argamassa de cimento e areia, estruturada ou não com tela metálica pré-soldada, com espessura mínima de 5cm, acompanhando os caimentos existentes na regularização para as descidas de AP.

 

 

9. Revestimento final

Execução do revestimento final em piso cerâmico, pedra ou concreto.

 

10. Limpeza Final

Limpeza final de toda a área de trabalho.

Sistemas de argamassas poliméricas


O grande diferencial do sistema de cristalização reside no fato de utilizar a própria água para combatê-la. Penetrando na estrutura através de seus poros, os produtos em contacto com a água, se cristalizam criando uma barreira que impede a penetração da água ou umidade. Portanto, ocorre uma impermeabilização estrutural e não de superfície, como no caso dos sistemas convencionais. E mais, por serem à base de produtos inorgânicos, não existe qualquer possibilidade de rejeição do material, tornando-se a impermeabilização tão durável quanto a estrutura onde foi aplicada.
 
Generalidades sobre o método:
Nos métodos convencionais de impermeabilização, os produtos funcionam como um escudo contra a água, oferecendo uma barreira mecânica.
O método de argamassa polimérica não busca criar uma resistência à água. Ao contrário, serve-se dela como veículo, sendo, portanto, um produto hidrófilo que impermeabiliza a estrutura definitivamente.
Trata-se de um duplo sistema de cristalização e membrana elástica, ou seja, impermeabilização hidráulica de pós-incorporação à estrutura baseada numa composição de cimentos especiais e aditivos químicos minerais que penetram profundamente nos capilares da estrutura, obtendo-se uma impermeabilização estrutural.